quinta-feira, 10 de setembro de 2015

A PORTA

Aos andarilhos da noite,
vejo alguém, alguma luz.
Ao andar adiante,
era uma porta.
Confusa, indecisa e curiosa.
Resolvi entrar, e lá vi histórias.
Das mais belas às mais tristes.
De encanto e cor à gravuras.
Por mais disso tudo, era um mundo perfeito.
Mas quando ouvi barulhos,
lembrei que tenho que acordar para realidade.
Abri meus olhos e segui em frente.
 
 
 
“Ao escrever esta poesia, pensei nas dúvidas que tenho e, às vezes, em diferenciar o real da fantasia.
No sexto verso contei o como é bom conhecer novas histórias e novos conhecimentos. E a partir do abrir da porta você requer novas possibilidades e novas chances. Também quis mostrar que em um sonho pode ser perfeito e do jeito que nós queremos, mas quando falamos em realidade, temos que batalhar e conquistar...
Bom, é isso! Meus sentimentos transformados em letras.”
 
Nadine Yumi Plaza Oda
Aluna da 7ªB
 
 


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