quinta-feira, 10 de setembro de 2015

A PORTA

Aos andarilhos da noite,
vejo alguém, alguma luz.
Ao andar adiante,
era uma porta.
Confusa, indecisa e curiosa.
Resolvi entrar, e lá vi histórias.
Das mais belas às mais tristes.
De encanto e cor à gravuras.
Por mais disso tudo, era um mundo perfeito.
Mas quando ouvi barulhos,
lembrei que tenho que acordar para realidade.
Abri meus olhos e segui em frente.
 
 
 
“Ao escrever esta poesia, pensei nas dúvidas que tenho e, às vezes, em diferenciar o real da fantasia.
No sexto verso contei o como é bom conhecer novas histórias e novos conhecimentos. E a partir do abrir da porta você requer novas possibilidades e novas chances. Também quis mostrar que em um sonho pode ser perfeito e do jeito que nós queremos, mas quando falamos em realidade, temos que batalhar e conquistar...
Bom, é isso! Meus sentimentos transformados em letras.”
 
Nadine Yumi Plaza Oda
Aluna da 7ªB
 
 


55 ANOS - EMEF PADRE MANOEL DE PAIVA


18 de outubro
 
A história de Manoel de Paiva

Reportagem por Profª Celina

 

 
N

asceu em Águeda, Portugal, em 1521.

 

Em 1548 ingressou na Companhia de Jesus e em 1550 veio para o Brasil como jesuíta.

 
Com o Padre Anchieta e Manoel da Nóbrega, celebrou a primeira missa em São Paulo.

 
Foi o primeiro diretor do Real Colégio de São Paulo de Piratininga e por 34 anos dedicou-se à conversão

e doutrina dos indígenas de todas as capitanias do Brasil.

 
Por ser trabalhador e corajoso, foi o primeiro Capelão Militar do Brasil e reitor da casa do Espírito Santo.

 
Faleceu em 21 de dezembro de 1584, na cidade de Vitória, aos 63 anos.

 

 
A história da EMEF Padre Manoel de Paiva

 

Criada em 18 de outubro de 1956, com o Decreto 3307, como a

5ª Escola Mista Municipal da Vila São José 

 

Funcionava em galpão de madeira na Praça Monteiro dos Santos s/n e atendia crianças da Favela Vergueiro.
Páteo do Galpão na Praça Monteiro dos Santos
 

Padre da Igreja Santa Margarida Maria
em visita às crianças da escola
 

Em 27/5/1957, pelo Decreto 3478, passou-se a ser chamada por

Escolas Reunidas da Vila São José.

 
Em 1965 a escola passou-se a ser chamada por

Escolas Agrupadas da Vila São José,

 
sendo mais tarde transferida para o prédio de alvenaria na Rua Professor Serafim Orlandi, 254.

 
Em 19 de julho de 1969 por

Escola Municipal Vila São José.

Lucy Izar
Diretora da Escola
 
 
Em 1973, com classes a partir da 5ª série, por
Escola Municipal de Primeiro Grau Integrada  Vila São José.
 
Depois, por
Escola Municipal de Primeiro Grau Vila São José.
 
 
Em 18/5/1979 por
Escola Municipal de Primeiro Grau
Padre Manoel de Paiva.
 
Em 26/01/1999, pelo decreto 37796, recebeu sua atual designação:
Escola Municipal de Ensino Fundamental
Padre Manoel de Paiva. 
 
55 anos depois, a Escola é composta por:
 
487 alunos matriculados
10 salas de aula
38 educadores
 
 
Modalidades Praticadas
 
  Ensino Fundamental de 8 anos - 1º a 4º anos
  Ensino Fundamental de 9 anos - 1º a 5º anos
  Ensino Fundamental de 8 anos - 5º a 8º anos

Total de Ambientes

 
 
Ambiente
 
Total
 
Laboratório Informática
 
1
 
Laboratórios Diversos
 
1
 
Quadra
 
2
 
Sala de Aula
 
10
 
Sala de Leitura
 
1
 

DIA DO PROFESSOR


15 de outubro

“NÃO SE PODE FALAR DE EDUCAÇÃO SEM AMOR”

Paulo Freire




CARTA DE UM PROFESSOR QUE ONTEM FOI ALUNO...

Cintia A. Rubio

 

S

ei que não é fácil, às vezes fui teimoso e não entendi a maestria da sua presença e a importância daquele momento.

 

Você não se abatia com meus devaneios, estava claro que amava o que fazia e ao acalmar a turma, eu me acalmava também.

 

Alguns momentos passavam e você ali fazendo peripécias para que todos entendessem “aquele” assunto... Peço desculpas por minha intolerância: eu não sabia quantas noites em claro você perdera preparando aulas...

 

Hoje sei o que se passou e assim como você, me mantenho firme e, mesmo com as adversidades da profissão, sigo acreditando que “eles” serão como você e eu no futuro...

 

...PROFESSORES...

 

e assim compreenderão a arte do ensinar e do aprender. 

 

Parabéns a todos os Professores!

CONCURSO CAPA DE CADERNO 2011


Reportagem por Bárbara, 8ªA

Imagens por Profª Ana Cristina

 

O Secretário Municipal de Educação Sr. Alexandre Alves Schneider, considerando, a importância de estimular a participação dos alunos em atividades que valorizem a criatividade e estimulem a produção artística e a possibilidade de divulgar os talentos que se destacam entre os alunos da rede escolar municipal, dá início ao concurso: Capa de Caderno 2011.

 

O projeto tem como objetivo promover a produção artística, estimulando a criatividade, despertando o interesse para ações de cidadania, solidariedade e respeito ao meio ambiente.

 

O tema deste ano é: “Cuidar do outro, cuidar do mundo”.

 

A partir desta proposta, os alunos desenvolveram trabalhos expressando de forma criativa as várias maneiras que o tema possibilitava.

 

O trabalho foi realizado por categoria:

* INFANTIL - E. F. Ciclo I - desenho

* JUVENIL - E. F. Ciclo II – desenho

 

Depois de passar por várias etapas de desenvolvimento em sala de aula, os trabalhos dos alunos foram selecionados por uma comissão formada pelos professores e funcionários, que escolheram os trabalhos das alunas:

 

Fernanda Yumi Murata Sanches, 4ªB – Ciclo I e Thathielly Dias Pinto, 7ªB – Ciclo II para representar a EMEF Padre Manoel de Paiva no concurso.

Fernanda Y. M. Sanches, 4ªB

Thathielly Dias Pinto, 7ªB
 
O trabalho da aluna Thathielly Dias, foi selecionado entre os 40 melhores trabalhos enviados e agora estamos no processo de votação, onde serão escolhidos os 20 melhores que irão compor as capas de cadernos de 2012.
 
Estamos na torcida, para que a Thathielly possa ter o seu trabalho exposto nas capas de cadernos no próximo ano.
 

PROJETO MÁSCARA - 1º E 2º ANOS


ARTES

Reportagem por Profª Ana Cristina

 

B

aseado no Folclore Brasileiro, o projeto teve como objetivos conhecer o trabalho artístico de artistas e artesãos brasileiros e conhecer o trabalho de máscaras dentro do contexto folclórico brasileiro. As atividades trabalhadas foram: explicação de função (teatral, religiosa e carnavalesca) e confecção de diversas máscaras pelos índios, negros e nativos das diversas regiões brasileiras, desenhos de máscaras e seus adereços, contar a história do artesão Valdir Marinho de Matos, pintura de máscaras confeccionadas em papel machê, com molde em argila, feitas pelo artesão, carnavalesco Valdir Marinho de Matos.




Valdir Marinho de Matos casado com Antonia dos Santos Matos formam uma família de 15 filhos, 56 netos, 59 bisnetos, 6 tataranetos, 9 noras e 6 genros, todos vivos.



Carnavalesco com grande atuação durante muitos anos, confeccionando as máscaras do mascarado Fobó, ponto alto do Carnapauxis.


 
 
É um artesão e carnavalesco atuante conhecido na região, pelas suas máscaras de carnaval, feitas a partir das formas de barro que ele mesmo confecciona em sua casa. Essas máscaras são para os blocos carnavalescos locais.
 
Nascido em Óbidos, Estado do Pará, com 89 anos, mora às margens do Lago Pauxis, enfrentando até hoje as enchentes do rio Amazonas. Ficando até hoje nas marombas (estrado alto, feito de tábuas ou troncos, onde se põe o gado durante as grandes enchentes na região amazônica. Serve também para por a salvo plantas, animais domésticos e objetos de utilidade do ribeirinho) onde enfrentam os animais como cobra e peixes que vivem nas águas do rio.
 
Homenageado pela Academia Artística e Literária de Óbidos, em Belém, do Pará, por sua atuação e contribuição para a cultura artística e popular da cidade, onde recebeu a medalha de Cidade Presépio em 2010.

É com muita honra que temos na nossa escola aqui em São Paulo, uma de suas bisnetas, a aluna do 1º ano A, Yasmim, que nos trouxe essa história de vida, dificuldades, valores, perseverança e muita criatividade.

Nesse cenário de criatividade e intercâmbio, o Sr Valdir nos agraciou com a sua produção artística, nos enviando suas máscaras e um boi para ser pintado pelos alunos, num trabalho com foco no folclore brasileiro, que será apresentado na Mostra Cultural da escola.

É a diversidade de culturas e costumes, que nos levou a realização desse trabalho, que deixou as crianças muito felizes com a possibilidade de manusear um material que veio de uma cidade tão distante.
 
Agradecemos o material enviado por Sr. Valdir, e com certeza, o trabalho das crianças será um grande sucesso. 

COMO FAZER UMA HORTA DE CHUCHU?


CIÊNCIAS
 
Reportagem por Renan, 6ª A

 
M

odo de cultivo:

 

1)  Procure um lugar ensolarado;
Terra batida
 Sementes






2)  Fazer um canteiro com areia fofa e bem úmida; Canteiro
 

 
3)  Preparar a cova de plantio com adubo animal de curral bem curtido, cascas de ovos e minhocas;
4) Colocar o fruto neste canteiro, deixa-lo por 3 dias, virá-lo para cima e cobri-lo com o composto orgânico (adubo). Quando a ponta mais larga começar a se abrir, brota o primeiro ramo;
 
 
Fruto secando ao sol
 
5)  Plantar junto à cerca, pois tende a crescer muito;
Ramos do chuchu
6)  Regar o canteiro em dias alternados;
7)  A cada mês repor o adubo.
 
Colheita
A colheita pode ser feita ao longo do ano, conforme a região.
Não esperar para que amadureçam muito, pois ficam duros e sem gosto.
 
Propriedades do chuchu
O chuchu é de fácil digestão e é rico em potássio e vitaminas A e C.