Um pouco da história do hino
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1822, quando D. Pedro proclamou a Independência, nem o Brasil nem nenhum outro
país tinham hino nacional oficializado. Mas em 1825 o governo da Inglaterra
legalizou como hino britânico uma canção patriótica do século XVII. O exemplo
foi logo muito imitado.
O atual Hino da Independência nasceu como Hino
Constitucional Brasiliense, poema do jornalista Evaristo Ferreira da Veiga
musicado pelo maestro Marcos Portugal e logo foi adotado como primeiro Hino
Nacional Brasileiro. Em 16 de agosto de 1822, vinte e um dias antes do Grito do
Ipiranga, Evaristo da Veiga compôs a letra do Hino da Independência e a música
por D.Pedro I.
Em
programas oficiais, porém, logo passaria a ser mais ouvido o Hino Imperial e
Constitucional, composição do próprio imperador. A letra era uma seleção de
quadras alusivas à Proclamação da Independência, tiradas por D. Pedro I do
mesmo poema de Evaristo da Veiga. Essa segunda obra está oficializada hoje como
Hino da Independência.
Geralmente, são cantadas a 1ª e a última
estrofe do hino.
HINO DA INDEPENDÊNCIA
Já podeis, da Pátria filhos,
Ver contente a mãe gentil;
Já raiou a liberdade
No horizonte do Brasil.
Brava gente brasileira!
Longe vá... temor servil:
Ou ficar a pátria livre
Ou morrer pelo Brasil.
Os grilhões que nos forjava
Da perfídia astuto ardil...
Houve mão mais poderosa:
Zombou deles o Brasil.
Brava gente brasileira!
Longe vá... temor servil:
Ou ficar a pátria livre
Ou morrer pelo Brasil.
Não temais ímpias falanges,
Que apresentam face hostil;
Vossos peitos, vossos braços
São muralhas do Brasil.
Brava gente brasileira!
Longe vá... temor servil:
Ou ficar a pátria livre
Ou morrer pelo Brasil.
Parabéns, ó brasileiro,
Já, com garbo varonil,
Do universo entre as nações
Resplandece a do Brasil.
Brava gente brasileira!
Longe vá... temor servil:
Ou ficar a pátria livre
Ou morrer pelo Brasil.
Já podeis, da Pátria filhos,
Ver contente a mãe gentil;
Já raiou a liberdade
No horizonte do Brasil.
Brava gente brasileira!
Longe vá... temor servil:
Ou ficar a pátria livre
Ou morrer pelo Brasil.
Os grilhões que nos forjava
Da perfídia astuto ardil...
Houve mão mais poderosa:
Zombou deles o Brasil.
Brava gente brasileira!
Longe vá... temor servil:
Ou ficar a pátria livre
Ou morrer pelo Brasil.
Não temais ímpias falanges,
Que apresentam face hostil;
Vossos peitos, vossos braços
São muralhas do Brasil.
Brava gente brasileira!
Longe vá... temor servil:
Ou ficar a pátria livre
Ou morrer pelo Brasil.
Parabéns, ó brasileiro,
Já, com garbo varonil,
Do universo entre as nações
Resplandece a do Brasil.
Brava gente brasileira!
Longe vá... temor servil:
Ou ficar a pátria livre
Ou morrer pelo Brasil.

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